domingo, 16 de novembro de 2014

A HISTÓRIA DE EMÍLIA FERREIRO



Emilia Beatriz María Ferreiro Schavi (Argentina1936) é uma psicóloga e pedagogista argentina, radicada no Méxicodoutora pela Universidade de Genebra, sob a orientação de Jean Piaget.
Em 1970 depois de se formar em psicologia pela Universidade de Buenos Aires, estuda na Universidade de Genebra, onde trabalha como pesquisadora-assistente de Jean Piaget e obtém o seu PhD sob a orientação do psicopedagogo suiço. Retorna a Buenos Aires, em 1971. Forma um grupo de pesquisa sobre alfabetização e publica sua tese de doutorado - Les relations temporelles dans le langage de l'enfant. No ano seguinte, recebe uma bolsa da Fundação Guggenheim (EUA). Em 1974 afasta-se de suas funções docentes na Universidade de Buenos Aires.
Em 1977, após o golpe de Estado na Argentina passa a viver em exílio na Suíça, lecionando na Universidade de Genebra. Inicia com Margarita Gómez Palacio uma pesquisa em Monterrey (México) com crianças que apresentam dificuldade de aprendizagem. Em 1979 passa a residir no México com o marido, o físico e epistemólogo Rolando García, com quem teve dois filhos.
Atualmente é Professora Titular do Centro de Investigação e Estudos Avançados do Instituto Politécnico Nacional, na Cidade do México.Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança - ou seja, de que modo ela aprende. As pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos relacionados à leitura e à escrita. De maneira equivocada, muitos consideram o construtivismo um método.


Tanto as descobertas de Piaget como as de Emilia levam à conclusão de que as crianças têm um papel ativo no aprendizado. Elas constroem o próprio conhecimento - daí a palavra construtivismo. A principal implicação dessa conclusão para a prática escolar é transferir o foco da escola - e da alfabetização em particular - do conteúdo ensinado para o sujeito que aprende, ou seja, o aluno. "Até então, os educadores só se preocupavam com a aprendizagem quando a criança parecia não aprender", diz Telma Weisz. "Emilia Ferreiro inverteu essa ótica com resultados surpreendentes.

Compreensão do conteúdo

Com base nesses pressupostos, Emilia Ferreiro critica a alfabetização tradicional, porque julga a prontidão das crianças para o aprendizado da leitura e da escrita por meio de avaliações de percepção (capacidade de discriminar sons e sinais, por exemplo) e de motricidade (coordenação, orientação espacial etc.).



LER NÃO É DECIFRAR, ESCREVER NÃO É COPIAR
Muito antes de iniciar o processo formal de aprendizagem da leitura/escrita, 
as crianças constroem hipóteses sobre este objeto de conhecimento. 
Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberowsky (pedagoga de Barcelona), 
pesquisadoras reconhecidas internacionalmente por seus trabalhos sobre 
alfabetização, a grande maioria das crianças, na faixa dos seis anos, faz 
corretamente a distinção entre texto e desenho, sabendo que o que se pode ler é 
aquilo que contém letras, embora algumas ainda persistam na hipótese de que tanto 
se pode ler as letras quanto os desenhos. É bastante significativo que estas 
crianças pertençam às classes sociais mais pobres que por isso acabam tendo um menor contato com material escrito.


O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA ESCRITA
Na fase 1 - início dessa construção, as tentativas das crianças dão-se no sentido da 
reprodução dos traços básicos da escrita com que elas se deparam no cotidiano. O 
que vale é a intenção, pois, embora o traçado seja semelhante, cada um "lê" em 
seus rabiscos aquilo que quis escrever. Desta maneira, cada um só pode interpretar 
a sua própria escrita, e não a dos outros. Nesta fase, a criança elabora a hipótese de que a escrita dos nomes é proporcional ao tamanho do objeto ou ser a que está se referindo. 


Na fase 2 - a hipótese central é de que para ler coisas diferentes é preciso usar 
formas diferentes. A criança procura combinar de várias maneiras as poucas formas 
de letras que é capaz de reproduzir. 
Nesta fase, ao tentar escrever, a criança respeita duas exigências básicas: a 
quantidade de letras (nunca inferior a três) e a variedade entre elas, (não podem ser 
repetidas).


Na fase 3 - são feitas tentativas de dar um valor sonoro a cada uma das letras que 
compõem a palavra. Surge a chamada hipótese silábica, isto é, cada grafia traçada 
corresponde a uma sílaba pronunciada, podendo ser usadas letras ou outro tipo de 
grafia. Há, neste momento, um conflito entre a hipótese silábica e a quantidade 
mínima de letras exigida para que a escrita possa ser lida. 


Na fase 4 - ocorre então a transição da hipótese silábica para a alfabética. O conflito 
que se estabeleceu - entre uma exigência interna da própria criança (o número 
mínimo de grafias ) e a realidade das formas que o meio lhe oferece, faz com que 
ela procure soluções.Ela, então, começa a perceber que escrever é representar 
progressivamente as partes sonoras das palavras, ainda que não o faça 
corretamente. 


Na fase 5 - finalmente, é atingido o estágio da escrita alfabética, pela compreensão 
de que a cada um dos caracteres da escrita correspondem valores menores que a 
sílaba, e que uma palavra, se tiver duas sílabas, exigindo, portanto, dois movimentos 
para ser pronunciada, necessitarão mais do que duas letras para ser escrita e a 
existência de uma regra produtiva que lhes permite, a partir desses elementos 
simples, formarem a representação de inúmeras sílabas, mesmo aquelas sobre as 
quais não se tenham exercitado.





"CONSTRUTIVISMO NÃO É MÉTODO".
-EMÍLIA FERREIRO
Na postagem a seguir veremos duas entrevistas, uma com uma professora experiente e outra com uma professora com menos tempo de carreira.


Entrevista com a Professora Ana Néri

1-Fale um pouco sobre você (de onde veio, onde trabalha, formação etc).

R:Meu nome é Ana Néri Reis Rezende Gomes.Sou formada em letras-Português/Inglês na Associação Educacional "Dom Bosco" em Rezende, estado do Rio De Janeiro; possuo pós graduação em Inglês.Leciono na E.E Joaquim De Moura Candelária no bairro do Jardim Morumbi desde sua inauguração á 25 anos.Para os alunos do Ensino Fundamental dou aula de Português, e para os alunos do Ensino Médio dou aula de Inglês.

2-Porquê você escolheu está profissão?Quais eram suas expectativas?

R:A transmissão de conhecimento era algo que eu muito almejava; com isso, eu conseguiria mudar a qualidade de vida das pessoas e realizar o "sonho" de muitos com a obtenção das aprendizagens desejadas.

3-Como você tem superado o polêmico tema: Disciplina x  Indisciplina em sala de aula?

R:Para as turmas com alunos "indisciplinados", eu sugeriria:
-Conversar com os pais e contar com o apoio deles, para orientação e acompanhamento da vida escolar do filho;
-Pedir aos alunos para que elaborem as "Regras de Convivência" para serem seguidas por todos;
-Premiar os alunos com destaque no bom comportamento e relacionamento com os colegas;
-Promover "jogos educativos" dando ênfase e prêmios aos alunos com bom rendimento escolar devido a associação, geralmente, disciplina=bom desempenho escolar

4-Para você, quais são as mudanças significativas que vem acontecendo na educação brasileira nos últimos anos?

R:No meu ponto de vista, as mudanças mais significativas são os projetos Interdisciplinares, as escolas de período integral e a tecnologia, que muito tem contribuído, complementando o ensino de um modo geral.

5-De acordo com sua experiência em sala de aula, quais são os métodos pedagógicos que você considera essencial para ter sucesso no processo ensino-aprendizagem?

R:O método pedagógico é conteúdo- como se aprende? Trabalhar: Fatos-Conceitos-Procedimentos-Atitudes.

6-Para você, a avaliação tradicional é ainda a melhor forma de avaliar o conhecimento ou o domínio do aluno em uma disciplina?

R:Na verdade, devemos mesclar, ou seja, não só trabalhar a "avaliação tradicional", mas também a "contemporânea", a atual.E diversificá-las nas formas de avaliar: testes, provas, trabalhos, seminários, produções textuais, seja individual, em dupla ou em grupo.

7-Para finalizar, como você vê a educação no futuro próximo?Qual a mensagem ou conselho que você poderia deixar para nós que seremos futuros educadores?

R:Eu resumo que muitas mudanças necessárias ocorrerão na educação de modo geral. O meu conselho é, interaja com os profissionais da educação no âmbito da escola, para tornar imprescindível a superação das dificuldades iniciais nos primeiros anos no exercício do magistério. O desafio é grande, mas não desanimem, ser professora é gratificante.




Entrevista com professora Gisele Raquel

1-Fale um pouco sobre você (de onde veio, onde trabalha, formação etc).

R:Sou Gisele Raquel Monteiro, natural de São José dos Campos.Fiz o curso de magistério por 4 anos no CEFAM (CENTRO DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DO MAGISTÉRIO), me graduei em Pedagogia na UNIP (UNIVERSIDADE PAULISTA) e sou pós graduada em relações étnicos raciais pela UFSCAR (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS).Atuo como professora na rede municipal de educação desde 2007, atualmente leciono na Escola EMEI Professora Maria da Glória M. dos Santos (JD. Telespark).

2-Porquê você escolheu está profissão?Quais eram suas expectativas?

R:Escolhi esta profissão quando cursava a 8a série, sempre me fascinei pela magia de poder compartilhar conhecimentos e cada ano que passa admiro ainda mais esta profissão que nos possibilita o crescimento a cada etapa, a cada ano letivo, pois trabalhar com seres humanos nos possibilita troca de experiências que enriquecem nossas vidas.


3-Como você tem superado o polêmico tema: Disciplina x  Indisciplina em sala de aula?

R:Realmente a indisciplina está sendo o maior desafio das salas de aulas e para superarmos estes obstáculos precisamos buscar parcerias com os colegas, buscar ajuda em livros e pesquisas entre outros recursos.

4-Para você, quais são as mudanças significativas que vem acontecendo na educação brasileira nos últimos anos?

R:Com certeza a inserção do uso das novas tecnologias tem sido a grande mudança na educação, hoje contamos com lousas interativas, tabletes, internet entre outros recursos antes não aplicados nas escolas. O que enriquece muito nossas aulas.

5-De acordo com sua experiência em sala de aula, quais são os métodos pedagógicos que você considera essencial para ter sucesso no processo ensino-aprendizagem?

R:Acredito que para o sucesso no processo de ensino-aprendizagem o professor deve ter clareza dos conteúdos e metas para a faixa etária em que atua e sempre manter a postura de pesquisador e claro se manter atualizado com as novidades da área.

6-Para você, a avaliação tradicional é ainda a melhor forma de avaliar o conhecimento ou o domínio do aluno em uma disciplina?

R:De alguma forma o aluno deve ser avaliado no dia a dia a avaliação deve ser por completa, uma folha "prova" não é capaz de refletir todo o conhecimento do aluno, portanto acredito no processo de avaliação continuada e processual.

7-Para finalizar, como você vê a educação no futuro próximo?Qual a mensagem ou conselho que você poderia deixar para nós que seremos futuros educadores?

R:Os alunos mudam constantemente de acordo com as mudanças em nossa sociedade, nós professores precisamos estar antenados nestas mudanças para que não pensemos com mente analógica na era digital.Estudar, pesquisar, buscar três palavras essenciais para acompanharmos os progressos do ensino.



(HORACE MANN)
                               

MULHERES CAMALEOAS


Dima Rousseff a primeira Presidente mulher no Brasil


É impossível atingirmos políticas públicas de qualidade sem mudança.Se não mudarmos a nossa mente, não conseguiremos mudar nada.A baixa participação feminina na política não corresponde ao papel que as mulheres desempenham em outros campos de atividade, somos maioria, já ultrapassamos  os homens em todos os níveis de educação e conhecimento.
É preciso ter mais mulheres no poder.Em primeiro lugar, trata-se de uma questão de justiça de gênero, as mulheres estarem tão representadas quanto os homens nas esferas do poder.
Podemos argumentar também que a presença de mulheres trás efeitos benéficos para as práticas políticas, o que tem sido respaldado, os estudos e pesquisas internacionais.
Porém, antes de tudo, é por uma questão de justiça democrática que precisamos garantir a inserção das mulheres em condições de igualdade no sistema político.


Na imagem acima a mulher multifacetada


É difundido na sociedade que cabe apenas a família conjugal (pais), a criação e educação dos filhos, sendo os cuidados infantis atribuídos a mulher.Contudo a mulher atual ocupa múltiplas funções :esposa, profissional, dona de casa e mãe.Mesmo com o excesso de afazeres e responsabilidades.Muitas mães não querem abrir mão de nada, exigindo de si perfeição em tudo.A maternidade pode trazer questionamentos e receios, isto porque, a ela estão associados, histórica e culturalmente, o cuidado e a educação dos filhos.Ou seja, desde os tempos do Brasil colônia,  estes valores sempre foram atribuídos á figura feminina.É certo que a vida da mulher, esposa, mãe, profissional e etc.É feita não só de flores mas com certeza de escolhas e responsabilidades.Existem mulheres que conseguem conciliar todas essas funções sem esquecer que essas múltiplas faces é que esta o caminho de novas descobertas.Será reconhecendo-se como pessoa que ri, chora, acerta, erra e tem sentimentos que descobrirá para si uma forma harmônica, coerente e prazerosa de desempenhar todas essas funções sem abrir mão do privilégio de desfrutar do crescimento sadio dos filhos para se tornarem homens e mulheres felizes, maduros e responsáveis.


Na imagem acima mulheres em uma comunidade indígena


  Os  anos se passaram e  o mundo evoluiu ,e com ele as mulheres se transformaram, o que no passado se calava hoje vira-se regra de convivência.De submissas foram para alfas,mulheres de atitudes,que buscam seus caminhos trilhando seus destinos,com isso ela começa a tomar conta de sua vida de atitudes demonstrando sua dedicação e determinação tomando conta de todas as áreas feito camaleão (de tudo um pouco ).
   A mulher como ponto de referência, é dona de casa ,mãe ,esposa,psicóloga ,em ONGS ela é a amiga e acolhedora, e como coração de mãe sempre cabe mais um tentando ajudar a todos  independente de qualquer coisa ou situação,na igreja sempre intercedendo há Deus orando pela sua família e salvação mantendo a fé em Deus a sua missão pois sua jornada não é mole não, triste situação que representa a nação.Nas escolas nem se fala então educadora tem missão de educar e transmitir conhecimento estimula o pensamento fazendo todos pensarem em que futuro terão dependendo de sua situação e realização.Assim como a correnteza não para de correr a mulher não para de crescer, com a sociedade se envolver ,e sua realidade tentar inverter.


Administradora do lar



Enquanto administradora do lar, a mulher tem uma missão que não tem hora 
pra acabar, é ela quem governa a casa. Desde os tempos antigos até os dias 
de hoje, ela sempre conseguiu dar conta dos afazeres do lar, cuidar dos filhos, 
das contas a pagar, e sem contar ser uma boa esposa, sempre se ausentando 
da ansiedade e driblando o tempo a seu favor agregando o conhecimento 
adquirido com as várias faces que conquistou, hora mãe e esposa, hora dona 
de casa e educadora, as vezes amiga e conselheira, quando não professora e 
psicóloga ou até mesmo aprendiz na questão de amar incondicionalmente.

O papel da mulher na igreja


Importância da mulher na igreja

“Mulher multifacetada”, como é chamada nos dias de hoje. A mulher também 
tem um papel significante fora de casa, ela se destaca em inúmeros ambientes, 
por exemplo, no trabalho, quando da suporte e auxilio no que diz respeito a 
postura, educação e ética ou até mesmo na igreja, nesse caso ela exerce uma 
função um tanto mais discreta, mas não menos feminina, ela se qualifica uma 
mulher prudente dotada de sabedoria ao falar, cantar , ensinar ou quando 
assume o papel de aprendiz. Toma para si o dever de interceder por toda 
família honrando o papel de uma sábia mulher. Daí o nome de multifacetada 
por se camuflar em vários momentos, ambientes e situações.


Colocamos aqui nossas considerações pessoais sobre a participação da mulher na educação.O que você leitor, acrescentaria de relevante nesta questão, considerando a mulher como a "grande camaleoa da sociedade"?

sábado, 15 de novembro de 2014

Olá pessoal!Já estava com saudades, então a partir de hoje começaremos a segunda etapa da nossa ATPS.Que tem a finalidade de realizar pesquisas sobre a participação das mulheres na educação e na sociedade.


Para começar com grande estilo, vamos postar a letra de uma música interpretada pela cantora Pitty.Que ao meu ver combina muito com o tema proposto.


Na imagem acima a cantora Beyoncé representando as donas de casa



Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme, ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar

O ensejo a fez tão prendada

Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume esquecia-se dela
Sempre a última a sair

Disfarça e segue em frente

Todo dia, até cansar
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa,
Assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Nem serva, nem objeto
já não quer ser o outro
hoje ela é um também

A despeito de tanto mestrado

Ganha menos que o namorado
E não entende o porquê
Tem talento de equilibrista
ela é muitas, se você quer saber

Hoje aos trinta é melhor que aos dezoito

Nem Balzac poderia prever
Depois do lar, do trabalho e dos filhos
Ainda vai pra night ferver

Disfarça e segue em frente

Todo dia, até cansar
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa,
Assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Nem serva, nem objeto
já não quer ser o outro
hoje ela é um também

  LEONE,Pitty,Martin,Desconstruindo Amélia.
Interprétes:Pitty Leone.
SÃO PAULO:A Trupe Delirante No Circo Voador,c 2011.5 CD


Na imagem acima a cantora Beyoncé em um dos seus shows

domingo, 9 de novembro de 2014




A pedido da Professora Luciana Domingues.Reapresentamos Emília Ferreiro, dessa vez para a turma da noite.E mais uma vez foi lindo como o mar!




Na imagem acima:Ludmila Fiori, Elisangêla Trevisan, Patrícia Santos, Letícia Morais e Valéria Ballico.

domingo, 5 de outubro de 2014

Apresentação sobre Emília Ferreiro





Ainda no mês de agosto a Prof. Luciana fez um sorteio de um filósofo por grupo.E então acabamos por sortear Emília Ferreiro que além de filósofa é uma psicolinguista.Que tem fortes influências na educação brasileira.


E é lógico que nosso grupo sempre criativo não iria apresentar de qualquer jeito.Tivemos uma idéia brilhante (modéstia parte) de fazer uma sátira do programa De Frente com Gabi.Como Emília Ferreiro é a única filósofa ainda viva,a idéia se encaixou perfeitamente.


Elaboramos o roteiro, assistimos a vídeos de entrevistas de Emília Ferreiro e claro da querídissima Marília Gabriela.Montamos o slide, compramos peruca.Resgatamos aquelas roupas do baú para que ficasse o mais parecido possível.


Depois de tudo fizemos dois ensaios, um na Quinta-feira e outro numa Sexta-feira.A manhã inteira,ainda tivemos que acertar algumas falhas não do nosso slide que estava perfeito (cof,cof...como sou humilde), mas no computador da sala.Resolvemos tirar do pen drive e deixar direto no notebook.


Vocês devem estar sentindo falta das fotos do ensaio.Pois é,me desculpem.Mas eu "tchonga", (palavra muita usada na minha comunidade),apaguei elas.Não me batam.Please!


Enfim,na semana seguinte nos apresentamos.Estávamos nervosas, ansiosas.Pois ficamos 2 meses esperando por isso.Chegando o grande dia.Correu tudo como o planejado.As atrizes (amadoras,claro) demos o nosso melhor.


A abertura da apresentação ficou por conta da nossa adorada Valéria Ballico.





Eu,Ludmila Fiori fiquei com o papel éééééé...porquêêê da Marília Gabriela.Elisângenla Trevisan ficou como a homenageada Emília Ferreiro e a Patrícia como a câmera girl,além de aparecer como a professorinha equívocada no vídeo do slide.




As crianças ficaram por conta de Letícia Morais e Janaína Furtado.Como dizia nossa querídissima Hebe Camargo: "ficaram uma graxinha".




Brincadeiras a parte, a apresentação foi de uma forma muito séria.O que exigiu nossa concentração.

Marília Gabriela e Emília Ferreiro



Valéria Ballico durante a apresentação



Patrícia representando aquelas professoras que dizem que construtivismo é um método.(e sabemos que não é)




As crianças novamente




Ao fim da apresentação entregamos algumas lembrancinhas com famosas frases de Emília Ferreiro




A verdadeira Psicolinguista Argentina Emília Ferreiro




Fim da apresentação.FOI LINDO COMO O MAR



Mais uma vez.Missão cumprida



Nós do grupo CORUJOFIA, agradecemos a atenção e paciência de vocês!Valeu e até a próxima pessoal.







sábado, 4 de outubro de 2014

Mapa Conceitual





No mês de agosto a Professora Luciana pediu para que fizessemos um mapa conceitual  (fluxograma).E nós do grupo Corujofia,decidimos fazer ele de forma criativa.Não queriamos que fosse apenas mais um trabalho.

Então tivemos a idéia de fazermos uma árvore que demonstrasse bem a proposta da Prof. Luciana.Compramos E.V.A de diversas cores e marcamos um dia para colocar a idéia em prática.


Quando se tem uma idéia,outras vão surgindo.Aproveitamos as quintas-feiras e as sextas-feiras que não temos aula.Para nos encontrarmos,para discutir sobre os trabalhos.E tudo foi fluindo muito bem.



Huuuum bateu aquela fominha é hora do café


Quase pronta...falta acertar alguns detalhes


Ops!A manhã é longa mas não podemos parar.Acorda Val.Precisamos terminar isso


Acho que nem eu resisti...depois do café,bate aquele soninho


Continuando...deu um pouco de trabalho


Dias depois de já termos terminado a árvore a Professora disse que não precisava mais,pois já tinhamos feito a ABNT,porém mesmo assim levamos nosso trabalho e penduramos ele numa das paredes da sala de aula.Ficou lindo como o mar.



O grupo corujofia agradece a atenção de vocês,até a próxima pessoal